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sábado, 26 de abril de 2014

Multiplayer Online - Vale a Pena jogar?


E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil e também da GamesMAX.
Aqui quem fala é seu capitão, mais conhecido como, Marmota Chefe.

Você já se questionou se é necessário ter o modo Multiplayer Online em quase todos os jogos lançados? Se não, assista ao vídeo e deixe sua opinião.





Até mais, minhas marmotas.

Marmota Chefe,

Paulinho Braga

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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Videogames são cultura e arte? Assista ao vídeo


E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil. 
Aqui quem fala é seu capitão, mais conhecido como Marmota Chefe.

 Hoje trago pra vocês um vídeo onde eu reflito se os jogos de videogame são arte e se há uma cultura gamer. Assistam até o fim e comentem.



Até mais, minhas marmotas.

Marmota Chefe,

Paulinho Braga

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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Videogames - Arte e Cultura? - Café com Marmota





E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil. 
Aqui quem fala é seu capitão, mais conhecido como Marmota Chefe.

Hoje quero abordar um tema antes já abordado por alguns, inclusive pela ministra da Cultura Marta Suplicy. Pesquisei um pouco antes de abordar esse tema que é da arte e cultura relacionada com o video game. Mas antes de chegar direto a uma conclusão é preciso ter uma ideia do que é arte e cultura.


Arte é algo difícil de ser definido, existem diversas posições sobre o que é arte. Mas uma boa definição da qual me agradou foi a seguinte: "Arte geralmente é entendida como a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética ou comunicativa, realizada a partir da percepção das emoções e das ideias, com o objetivo de estimular essas instâncias da consciência e dando um significado único e diferente para cada obra. A arte se vale para isso de uma grande variedade de meios e materiais, como a arquitetura, a pintura, a escrita, a música, a dança, a fotografia, o teatro, e o cinema."

Nesse sentido se pararmos atentamente para pensar, muitos jogos de videogame talvez não possam ser considerados como arte, pois o principal ponto do jogo seria entreter o jogador. Eu concordo com isso. Acho que um jogo de luta não pode ser considerado, necessariamente, uma obra artística, mas por outro lado existem jogos que são recheados de elementos artísticos como Journey, esse que eu acho o melhor exemplo de arte nos videogames, pois o jogo traz ao jogador uma experiência única para cada pessoa diferente. Tudo nesse jogo foi feito para trazer diversos sentimentos a flor da pele, e no fim do jogo uma opinião é formada diferente do outro, podendo, inclusive ser motivo de debates.

Exemplos não vão faltar, e por isso eu preciso falar da série Metal Gear. Kojima, seu criador, é um fanático por filmes. Por este motivo seus jogos possuem uma história incrível, diversas cutscenes que dão a impressão que você está interagindo com um filme. E é nesse ponto que algumas pessoas divergem, pois o fato de eu interagir com a obra de arte, para alguns, já deixa de ser arte. Eu discordo nesse ponto. Creio que é uma nova forma de fazer arte, em que o jogador é um terceiro elemento fundamental.

Outro jogo que pode ser considerado artístico é o Ni no Kuni, um JRPG maravilhoso. Ele tem uma história incrível, que emociona o jogador logo de cara. O jogo foi desenhado pelo estúdio Ghibli, ganhador do Oscar com a Viagem de Chihiro, em 2003. A trilha sonora do jogo foi tocada pela orquestra sinfônica de Tóquio. Tudo isso misturado traz uma experiência única para cada jogador. O que torna um jogo desses uma obra de arte interativa. 

Os jogos de video game são arte, mas não estáticas, elas necessitam de um elemento externo, que é o jogador. Ao jogar o jogo podemos perceber o que seus criadores quiseram nos passar.

Querem um exemplo melhor de que os jogos eletrônicos podem ser considerados como arte? O renomado Museu de Arte Moderna MOMA, nos EUA, comprou 14 jogos e os expôs, pois ele os considera como obras de arte. Estes jogos estão em permanente exposição, sendo parte do acervo do museu. Ora, se um museu de tamanha importância considera os jogos como arte é porque eles realmente são.

O problema é que os jogos são vistos como coisa de criança e desocupados, mas os jogos de video game, hoje não são mais. Inclusive, porque as crianças do passado cresceram e continuam jogando seus videogames. E nesse ponto eu posso entrar na questão cultural.

A cultura é um conjunto comportamental de práticas aprendidos de geração em geração por meio da vida em sociedade. Por esse motivo, hoje podemos dizer que há uma cultura por trás dos videogames. Os jogos são a base para diversas outros ramos. Dos jogos eletrônicos são feitos filmes, livros, HQs, roupas, acessórios para casa, computadores preparados para rodar jogos. As trilhas sonoras feitas para os jogos são incríveis, inclusive há até um evento com orquestra que toca músicas de trilha sonoras dos games.

Ou seja, há uma cultura gamer já espalhada. Por este motivo, os jogos de videogame deveriam ser considerados como cultura e como arte aqui no Brasil. Eu sei que ainda existe uma barreira por parte dos estudiosos da arte, mas a mentalidade precisa ser mudada. Essa mudança já começou nos EUA, e espero que se espalhe em breve aqui no Brasil.

E vocês, o que acham?

Até mais, minhas marmotas.

Marmota Chefe,

Paulinho Braga

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

CAFÉ COM MARMOTA - BLOGS, REVISTAS OU VÍDEOS NO YOUTUBE



E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.

Aqui quem fala é seu capitão, mais conhecido como Marmota Chefe.

No tema de hoje do Café com Marmota vou abordar o tema sobre qual mídia mais interessante para você buscar suas informações e conhecimento sobre o mundo dos games. Eu falo isso porque aqui no Brasil, na década de 90 onde as pessoas iriam buscar suas informações como dicas, análises, notícias, entre outras coisas eram obtidas por meio das revistas. Por volta dos anos 2000 a internet virou febre e os blogs invadiram o mundo e muita gente começou a criar seu blog e a postar assuntos relacionados a games. E hoje, com o advento do Youtube surgiram inúmeros canais. No começo esses canais eram escassos, mas hoje são incontáveis, geram dinheiro, divertem, mas por muitas vezes não trazem informação, apenas uma gameplay, nada mais.

Mas e aí, qual é a melhor mídia para buscar informações sobre os games? Não há. Eu particularmente uso das três plataformas. Leio revistas porque elas um jeito diferente de trazer as notícias, pois são jornalistas profissionais com técnicas próprias e com recursos pesados para trazer mais informação, entrevistas com produtores, dinheiro para comprar jogos e parcerias com empresas. Há também as revistas virtuais ou portais de informações totalmente voltados ao entretenimento de jogos, como por exemplo o IG, UOL Jogos. Nesses portais também há a presença de diversos jornalistas que possuem todas as qualidades anteriormente mencionadas. Hoje, eles possuem não somente a técnica, mas possuem o conhecimento e gostam, pois as revistas no passado eram feitas de forma praticamente artesanal, e com pouca qualidade de informação, coisa que é totalmente diferente no cenário atual.

Os blogs tiveram um bom espaço, mas perderam um pouco do seu brilho hoje por causa dos canais no youtube, mas são uma boa fonte de informação mesmo sendo redigidos por leigos ainda podem ser encontradas coisas boas para serem lidas, pensamentos, curiosidades, coisas que a revista às vezes não traz pois a maioria do conteúdo de uma revista é o que acontece hoje, o que aconteceu já não atrai mais. Porém eu gosto de ler alguns blogs, inclusive estou aqui escrevendo para vocês.

E por fim o youtube, que até pouco tempo atrás não haviam muitos canais relativos a jogos e hoje, principalmente no Brasil, estamos vivendo numa era de febre, onde todos querem produzir conteúdo, porém nessa ânsia de querer se tornar como os grandes youtubers se tornam apenas mais um, trazendo apenas mais do mesmo. Mas o youtube é sensacional para quem busca análises, o canal do Zangado, na minha opinião é o melhor, ou notícias, que nesse quesito o melhor é o Guilherme Gamer, ou então temos diversos canais de gameplay comentadas.Outra coisa legal que o youtube proporciona são os canais voltados aos detonados que podem nos ajudar nas horas que empacamos em uma fase, e isso a revista ou o blog não podem nos ajudar. Eu mesmo tenho um canal do youtube e me divirto com isso, e quero produzir sempre mais conteúdo para vocês.

De certo não posso dizer qual é a melhor mídia para me informar, mas cada uma tem sua qualidade e eu busco cada uma delas para poder aprender mais. E hoje, todos podem produzir conteúdo de qualidade, basta se esforçar e procurar qual você se adapta mais.



Até mais, minhas marmotas.

Marmota Chefe,

Paulinho Braga



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domingo, 16 de dezembro de 2012

CAFÉ COM MARMOTA - BALANÇO DOS JOGOS DE 2012



E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.
Aqui quem fala é seu capitão, mais conhecido como Marmota Chefe.

Depois de muito tempo eu resolvi voltar como o bom e velho quadro Café com Marmota.

E como está terminando o ano eu gostaria de fazer um balanço geral dos games que foram lançados neste ano. Não vou comentar todos os games, pois isso levaria um tempo absurdo e seria mais fácil que vocês olhassem o blog no geral.

No ano de 2012 creio que para mim como para muitos não foi o melhor ano em termos de qualidade dos jogos lançados. Foi bem mais fraco que o ano passado. Basta olhar para o jogo que foi considerado o melhor do ano, The Walking Dead. Não que o game seja ruim, mas na minha lista ele não estaria disputando na categoria de melhor jogo do ano.

Não é uma regra geral, mas os melhores jogos costumam ser lançados no segundo semestre. Call of Duty: Black Ops 2 veio, vendeu rios e rios e gerou lucros soberbos, mas ainda assim há quem o critique. Assassin's Creed 3 foi um jogo grandioso, mudou o assassino principal e também levou a história do game para a América, mas ainda assim recebeu críticas e não conseguiu vencer como melhor jogo do ano. Resident Evil 6 foi super polêmico, eu gostei bastante, mas não é o pior e nem o melhor jogo do ano. Medal of Honor Warfighter, uma decepção. Hitman, um grande jogo. Far Cry 3 esse sim surpreendeu pela história e gameplay, Dishonored foi uma surpresa, não se sabia muito o que esperar por ser uma série novata. É um bom jogo, mas não chamou a atenção de muitos.

Em resumo, os games lançados são bons títulos, mas não são tão grandiosos e espetaculares como os do ano passado, por exemplo. Ano passado, posso citar os 3 melhores jogos, Batman Arkham City, Uncharted 3 e The Elder Scrolls V: Skyrim. Só de mostrar esses três jogos podemos perceber que o ano de 2012 não foi tão forte assim. Agora vamos olhar para 2013. Temos os lançamentos de Tomb Raider, God of War Ascension, GTA V, Metal Gear Rising: Revegeance, Bioshock Infinite, The Last of Us, Watchdogs, Injustice: Gods Among Us. Só por essa pequena lista já é possível concluir que o ano de 2012 não teve jogos ridículos, mas que não foi um ano com os melhores títulos já lançados.

Mesmo o Wii U sendo lançado, não posso colocar o ano de 2012 sendo um grande ano, pois ele ainda gera um pouco de desconfiança para muita gente a respeito do seu futuro. E o PS Vita não emplacou, toda tecnologia e potência ainda não conseguiram fazer com que o console portátil deslanchasse em suas vendas, algo que o seu concorrente direto, o 3DS, vem fazendo com grande mérito.

Qual é a sua opinião sobre o ano de 2012? Também acha que foi um ano fracou ou os jogos lançados foram do mesmo nível do que os que eu citei?


Até mais, minhas marmotas.

Marmota Chefe,

Paulinho Braga



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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

CAFÉ COM MARMOTA - ANALISAR A AS DATAS DE LANÇAMENTOS DE OUTROS GAMES INFLUENCIA NA QUANTIDADE DE VENDAS?



E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.

Aqui quem fala é seu capitão, mais conhecido como Marmota Chefe.

ANALISAR A AS DATAS DE LANÇAMENTOS DE OUTROS GAMES INFLUENCIA NA QUANTIDADE DE VENDAS? Não é uma regra, mas creio que sim. Sim? Sim. O que separa um bom jogo de ser um fracasso nas vendas ou um sucesso? A data de lançamento. 

Quando um jogo é programado para ser lançado até chegar a essa data há uma quantidade significativa de marketing envolvida. Vídeos publicados, teasers, trailers, demonstração, imagens esparsas, rumores, tudo isso para que o jogo seja desejado por todos na época de seu lançamento. O único problema é que, diferentemente do passado que os jogos eram lançados com menos frequência, há diversos jogos sendo lançados todos os meses.

Então é necessário que a empresa ao pensar em lançar um game confira quais jogos serão disponibilizados no mesmo período, isso porque se for um jogo estreante e tiver sua data de lançamento próximo ao de um game de franquia de sucesso, uma continuação esperada, vai ter baixa venda, por ficar ofuscado.

Esse ano de 2012 eu posso ver claramente esse deslize por parte da Eletronica Arts que lançou Medal of Honor Warfighter poucos dias antes de Call of Duty. Aquela franquia está em crise, e vem sofrendo críticas por parte dos fãs. Este por sua vez está em alta, houve mudanças no game e é extremamente aguardado por muitos que curtem jogo em primeira pessoa. O que isso significa é que Medal of Honor terá suas vendas menores por ser lançado na mesma época que um concorrente direto e que no momento está com mais força. O jogo deveria ter sido lançado mais cedo.

No começo do ano que vem haverão tantos jogos incríveis, franquias muito aguardadas, e mesmo o estreante da Sony, The Last of Us ou Watch Dogs, que se um título de menor expressão tentar se aventurar nesse período ficará ofuscado, mesmo sendo um bom jogo.

A estratégia é importante para a venda dos jogos, e infelizmente muitas empresas não percebem isso e acham que seus títulos farão frente às atuais potências do mercado se tornando um fracasso.

Até mais, minhas marmotas.

Marmota Chefe,

Paulinho Braga


sábado, 20 de outubro de 2012

Café com Marmota - Você acha que as grandes franquias de jogos estão se valendo do sucesso do passado?



E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.

Aqui quem fala é seu capitão, mais conhecido como Marmota Chefe, por isso apertem os cintos que a viagem já vai começar.

Hoje no Café com Marmota vou falar sobre os jogos que já são famosos e possuem diversos títulos em sua franquia, como exemplo podemos encontrar os jogos de Mario, Street Fighter, Tekken, Resident Evil, Silent Hill, Gran Turismo, Forza, Mortal Kombat, GTA, entre outros.

O fato é que na época do lançamento de cada um desses jogos eles foram sucesso por trazerem inovações em suas respectivas categorias. Mario imortalizou os jogos de plataforma e até hoje é cultuado por diversos fãs, e após um certo tempo se aventurou no mundo em 3D de forma mágica, mas parece que os atuais jogos de plataforma da série da Nintendo são mais do mesmo, apenas com gráficos melhores, e fases novas, mas inspiradas nos jogos antigos, ou seja, um saudosismo puro.

Resident Evil, começou com um jogo de terror, atraindo diversos fãs, e após alguns títulos lançados a série se perdeu, e deixou a desejar no quesito terror e virou um um jogo de ação com elementos de terror, o que decepcionou diversos fãs da série, porém houve salvação em Resident Evil 6. Mas o fato é que os elementos de ação estão presentes e esse é o atual rumo da série.

Gran Turismo sempre foi aclamado por seu altíssimo grau de perfeição em termos gráficos, técnicos e de simulação de corrida. A cada jogo que se passava houve uma clara evolução, ou seja, não se aproveitou da fama que possuía, e sim melhorou título após título.

Não vou dar o exemplo de todas os jogos, pois já deve ser de conhecimento obrigatório de todos os caminhos que foram tomados, mas o fato é que muitas desenvolvedoras estavam se perdendo e fazendo jogos ruins e apenas conseguiam suas vendas por colocar o nome na frente da capa do jogo. Mas há casos  de jogos se manterem no mesmo padrão de qualidade ou até mesmo se superarem, o que faz com que a série seja mais adorada ainda.

E você, o que acha? As grandes franquias se valem do passado para vender os jogos atuais ou fazem jus ao nome que carregam, se superando e inovando a cada game?

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,

Paulinho Braga

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

CAFÉ COM MARMOTA - Jogos atuais ou antigos. Qual são os mais memoráveis para os jogadores?


E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.

Jogos atuais ou antigos. Quais são mais memoráveis para os jogadores?

Este é o tema desta semana do Café com Marmota. Estava eu pensando a respeito dos jogos e o quanto eles marcaram a minha vida. O fato é que com o passar do tempo quando converso com meus amigos sempre falamos dos mesmos jogos do passado mesmo quando compramos os jogos atuais os antigos são lembrados e aclamados até hoje. 

Nesta atual geração eu consigo falar alguns poucos jogos que marcaram minha memória: God of War 3, Batman Arkham Aylum e City, Super Mario Galaxy e Mario Kart Wii. Percebam que não são muitos jogos, e eu joguei muito mais do que esses.

No passado eu joguei Sonic, Rock'n Roller Racing, X-man, Jogos do Mickey, Mario Kart, Banjo Kazooie, Golden Eye 007, entre outros incontáveis.

E por que eu tenho esta sensação? Creio que há uma resposta. No passado eram lançados menos jogos no mesmo espaço de tempo que é lançado hoje. Atualmente pode ter haver entre 5 e 10 lançamentos por mês, e antes isso não ocorria, e por este motivo eu e as outras pessoas jogavam muito mais o mesmo título. Hoje, com a grande quantidade de games lançados, queremos jogar sempre coisas diferentes, e acabamos deixando de lado alguns grandes títulos, por causa da grande oferta de títulos de altíssimo nível.

Os jogos de hoje são muito melhores e mais elaborados que antigamente e sempre há uma melhora em parte técnica e de diversão, mas não fixam em nossas pelo excesso de jogos novos. 

E vocês, o que acham? Os jogos antigos eram melhores e por isso marcaram mais, ou os jogos atuais são tão épicos quanto antigamente?

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,


Paulinho Braga

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A Bragames Brasil estará na Brasil Game Show!!! Eu estarei lá no dia de imprensa



E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil!

Hoje eu recebi uma ótima notícia, consegui o credenciamento de imprensa para a Brasil Game Show, maior feira de jogos eletrônicos da América Latina. O evento ocorrerá em São Paulo entre os dias 11 e 14 de outubro.

Na quinta feira, dia exclusivo para a imprensa, profissionais, autoridades e convidados. E agora estarei presente lá para poder trazer todas as novidades para vocês.

Não deixem de acompanhar o blog, pois estarei sempre trazendo novidades. Divulguem o blog.

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,

Paulinho Braga

domingo, 16 de setembro de 2012

CAFÉ COM O MARMOTA - CONSOLES OU SMARTPHONES E TALBLETS


E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.

Hoje, quarta feira, vou lançar mais um debate, CONSOLES PORTÁTEIS OU SMARTPHONES E TABLETS?

O motivo pelo qual eu decidi falar sobre esse tema é que quase uma vez por semana vejo tenho visto em sites notícias que questionam se os consoles irão perder seu espaço frente a nova onda de jogos para Android e iOS. De pronto eu deixo a minha opinião no sentido de que um não irá roubar o espaço do outro.

Embora ambos sejam portáteis as propostas de jogo são diferentes, isso porque embora em ambos os tipos de plataforma haja jogos hardcore e casuais, o fato é que nos smartphones e tablets o foco é voltado para os jogos casuais, que são feitos para divertir o jogador enquanto ele espera uma consulta, está no metrô, ou não tem muito tempo, já os consoles portáteis são mais voltados para um público que gosta de jogar games com mais profundidade e querem se dedicar ao game mais do que 10 minutos.

Eu não digo que o jogo hardcore é mais divertido que um casual, os dois estilos são divertidos, mas são propostas diferentes.

Outro fator pelo qual eu creio que os smartphones e tablets não ameaçarão os consoles ou consoles portáteis se dá pela falta de botões físicos. Eu tenho jogos que são hardcore no iPad e sinceramente o resultado não é o melhor, porque o botão físico é mais preciso e o dedo em cima da tela às vezes atrapalha a visão de jogo, ou engordura a tela e aí é preciso pausar para limpá-la.

Jogos em consoles são muito divertidos, e jogos em smartphones e tablets também, mas um cada um tem seu espaço, e creio que não será fácil haver uma mudança no cenário. É possível que no futuro as estatísticas de jogadores em smartphones e tablets cresça mais que as dos consoles, entretanto isso se dará ao fato de haver um crescimento neste seguimento, só que os jogadores de videogames tanto nos consoles de mesa ou portáteis não irá diminuir, isto porque o que este busca é diferente do jogador de celular.

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,

Paulinho Braga

domingo, 26 de agosto de 2012

CAFÉ COM O MARMOTA - MÍDIA FÍSICA OU DIGITAL?



E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil,

Faz tempo que não tem um Café com o Marmota, e por isso estou aqui para abordar um tema que eu tenho visto que está no ar, Mídia Física ou Digital?

Em diversos lugares eu tenho visto que o futuro dos games é a mídia digital. Muitos executivos das grandes companhias de games dizem isso. O fato é que muitas coisas vêm sendo comercializadas na forma digital, como livros, filmes, músicas, e agora os games. Ocorre que ainda há um público que gosta de ter o mesmo produto na forma física. 

A vantagem da mídia digital em relação à mídia física, deveria ser, em tese, o preço. Porém, o que eu vejo na loja da Playstation Network brasileira é o contrário, o preço do game digital quando não é exclusivo por download, é o mesmo do jogo vendido em mídia física.

Muitos dizem que a mídia digital tem seu custo reduzido por não ter custo com logística, capa, produção da mídia, papel, e outros fatores. Mas se tudo isso é economizado por que ainda são vendidos jogos sob o mesmo preço?

Uma loja que vem ganhando um espaço muito grande entre os gamers é STEAM, loja de jogos digitais da Valve. Seus jogos são incrivelmente mais baratos do que os vendidos em mídia física, mas o público de jogadores de PC é diferente dos que jogam em consoles. Os jogos de PC sempre foram mais baratos que os de consoles, e eu não entendo o porque, mas o fato é que o mesmo jogo em mídia digital às vezes tem preço diferente na loja da Steam ou da Xbox Live e Playstation Network.

A mídia digital é interessante, facilita muito a vida do gamer, mas tem um detalhe. Eu gosto de colecionar. E um jogo na mídia física é altamente colecionável, poder ver a capa, ver o manual, às vezes ter uma edição de colecionador com algo de diferente, e o que nos é impossibilitado na mídia digital.

Pode parecer um tanto quanto nostálgico, mas ainda prefiro a mídia física. De certo é que seria melhor se as mídias físicas fossem mais baratas, pois aqui no Brasil é muito caro, mas mesmo assim eu gosto de colecionar o jogo, pois eu trato como uma obra de arte, algo que eu quero guardar para sempre e não como algo que se usa e descarta.

A mídia física ainda é tão forte que os rumores sobre os videogames não virem mais em mídia física foram deixados de lado e os consoles ainda terão os bons e velhos discos.

Um fator que os executivos apontam como determinante para a extinção da mídia física é a falsificação, pois a mídia digital diminuiria consideravelmente e o outro ponto é a venda de jogos usados. O comércio de jogos usados vem crescendo cada vez mais, para o consumidor isso é muito interessante, pois ao terminar o jogo ele pode vender seu jogo na troca de outro ou comprar um jogo usado por um preço muito mais em conta. Ocorre que nesse processo quem ganha é o jogador que paga menos e a empresa que vende o jogo. A produtora, desenvolvedora, e publicadora do game não ganham nada com esse jogo que voltou ao mercado.

Para nós gamers é uma vantagem, mas os executivos não são contra nós, eles não brincam com jogos, é o trabalho deles, e como toda empresa o fim é gerar lucro, e isso não gera lucro.

Não estamos longe de entrarmos em uma era onde somente serão vendidos jogos digitalmente, ou de forma mais intensa, mas o bom e velho disco ainda será vendido pois há muitos jogadores que curtem colecionar o jogo e querem ter conteúdos extras. Um exemplo são os jogos da ThatGamecompany que foram lançados exclusivamente para download e devido ao sucesso serão vendidos em mídia física.

Eu prefiro muito mais ter o jogo em mãos do que o jogo em mídia digital. 

E você, o que prefere?

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,

Paulinho Braga

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CAFÉ COM O MARMOTA - Como decidir qual jogo comprar?


E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.

Como vocês decidem qual jogo comprar? Se vocês não possuem um critério eu direi o que eu faço antes da compra de um game.

É possível listar as categorias de jogos. Por exemplo, quando se trata de uma franquia nova, não arrisco logo de cara a comprar o game, primeiro vejo as prévias em revistas, sites especializados e nos canais do youtube. Depois de ver as prévias eu vejo as primeiras impressões de pessoas que compraram o jogo, e logo a seguir eu busca as análises em sites e em revistas do game.

Não bastasse isso, ainda vejo vídeos no youtube de gameplays a cerca do jogo. Tudo isso para não cair em um barco furado de um game que não tem tradição ou que é apenas uma incógnita. Claro que no caso de ser uma nova franquia, mas de um grande estúdio, não há muito o que falar. Um exemplo disso são os aguardadíssimos "Watch Dogs", "The Last of Us". Estes que foram uma das estrelas da E3 2012, são franquias novas, mas que são compra certa e não há o que pesquisar, pois nas conferências da Sony e da Ubisoft, o pouco que foi divulgado, já foi o suficiente para mostrar o grande potencial desses jogos.

No caso dos jogos de franquias já consagradas eu também me informo, pois o game pode cair de nível. Não costumo comprar o game no primeiro dia de lançamento, me informo primeiro, mas a certeza de compra é maior. Comprei Batman Arkham Asylum e me apaixonei pela série. A compra de Arkham City se tornou obrigatória pra mim e sabia que o jogo seria muito melhor, mas mesmo assim me informei, pesquisei.

O que vocês devem fazer é se informar e não ir na empolgação. Até hoje só teve um jogo que eu me arrependi de comprar, e não porque era ruim, muito pelo contrário, mas sim pelo fato de eu não gostar do gênero. Comprei The Elder Scrolls V Skyrim e me arrependi. É sensacional o jogo, grandioso, gráficos belos, história boa, mas não gosto de RPG. Eu vi todo mundo comprando e falando de como era bom, mas eu não gosto de RPG. Por isso, se vocês não são fãs de um gênero, não insistam, pois no fim o jogo irá ficar encostado. No meu caso, acabei trocando por Uncharted 3, não me arrependi nenhum minuto.

Outra maneira de conhecer o jogo é baixando a demo para o seu console. Isso mesmo, muitas produtoras disponibilizam o jogo de demonstração nos seus servidores e você pode baixar o game e ver como é na prática. O jogo não estará concluído, mas será sua experiência própria, e a partir daí a escolha se torna mais fácil.

Não tem uma receita específica para acertar na compra do game, mas essas dicas funcionam para mim, e a única vez que eu quis me aventurar na moda, me dei mal. Pesquisem, se informem, e comprem o jogo e curtam ao máximo o seu game novo.

Agora, diga você, qual é a sua forma de decidir qual jogo comprar.

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,

Paulinho Braga 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Café com o Marmota - Trilha Sonora dos Jogos


E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil

Hoje temos mais um Café com o Marmota, esse é o antigo Momento Filosofia Jedi, e agora assumiu esse nome com mais personalidade.

Enfim, o tema de hoje é "Trilha Sonora de Jogos". A música tem o poder de te deixar alegre, triste, apreensivo, chateado, deprimido, sem preocupações como se não houvesse o amanhã, com medo, tenso, de diversas formas que não consigo imaginar qual seria a sua reação. O fato é que um jogo sem uma boa trilha sonora é um jogo que pode não ser tão bom quanto deveria ser.

Você acha que estou exagerando, pense em Resident Evil ou Silent Hill, imagine se durante o jogo houvesse uma trilha sonora alegre, saltitante, você com certeza perderia o impacto do susto. Agora imagine um jogo fofinho e colorido como Rayman Origins com uma trilha sonora assustadora? O impacto seria totalmente diferente.

E a música dos jogos em sua maioria tem sido excelente. As trilhas sonoras não são compostas por qualquer pessoa, mas muitas vezes por maestros renomados, ou por músicos famosos que saibam como encaixar a música.

Antigamente os jogos tinha trilhas feitas em midi, eram boas, mas com certeza não chegam aos pés do que é produzido hoje em dia.

E a trilha sonora do jogo atualmente é tão boa que vários, vários jogos mesmo, têm suas trilhas sonoras postas à venda em lojas físicas e virtuais. Isso mostra que o game tem vários aspectos para serem explorados, cinema, arte, fotografia, e música. Tudo isso está dentro do disco que compramos ou do jogo que baixamos.

Um jogo que joguei recentemente e eu adorei a trilha sonora foi Max Payne 3. Que trilha sonora boa, dava tensão no momento que era para dar, e em um determinado momento, na fase final, por causa da música, eu me senti em um filme de Hollywood. É esse tipo de sensação que a música do jogo pode te trazer. E um bom gamer que aprecia o jogo na sua plenitude sabe apreciar o fator música.

Outro jogo que tem uma das melhores trilhas sonoras é o Rayman Origins. É muito boa! Muito bem orquestrada, e cada música se encaixa perfeitamente nas fases. Foi de uma maestria tremenda.

Eu realmente acho importante um game com uma boa trilha sonora. Eu resolvi fazer um post sobre isso para que mais pessoas despertem essa curiosidade e o interesse em prestar atenção na música durante a campanha. Uncharted 3 em certos momentos, por causa da música, eu me sinto vendo um filme de Indiana Jones. 

Quando você tem uma sensação correta de alegria, de recompensa, de tensão, é o momento que a música atingiu seu propósito com êxito.

Na loja do iTunes brasileiro existem diversas trilhas sonoras de games para serem compradas, vale a pena dar uma conferida. Eu já sei qual está na minha lista.

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,

Paulinho Braga

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Café com o Marmota - hoje ainda existem jogos marcantes como antigamente?

E aí, minhas marmotas da Bragames Brasil.

Mario Bros, Sonic, Donkey Kong, Mega Man, Rock'n Roll Racing, Star Fox, entre outros.

Esses são jogos que nós que somos mais velhos jogamos e muito quando eramos crianças, e com certeza você, minha jovem marmota, já deve ter ouvido falar deles. Nessa época os jogos não possuíam enredos tão cinematográficos quanto hoje, mas não sei por qual razão todos nós gostávamos e jogávamos horas, conhecíamos cada obstáculo do jogo. Tudo, simplesmente tudo.

Hoje, eu digo por mim mesmo, há uma sede muito grande por jogos novos, e quando compramos um título pensamos em terminar e já vislumbramos a possibilidade de comprar a sequência. É quase como um produto descartável, compramos, usamos e depois deixamos na prateleira empoeirado. Tirando o jogo de futebol, luta, que jogamos diversas e diversas vezes, a maioria dos outros jogos não seguram o jogador da mesma forma. 

Se você acha que eu me esqueci dos jogos de tiro, não me esqueci, mas eles hoje se enquadram numa categoria meio que a parte, pois após o jogo ser terminado o que prolonga sua vida útil é o modo online, pois eu duvido que haja muitas pessoas que terminem o jogo 5, 6, 10 vezes como era no passado.

Os jogos mais antigos já conseguiam segurar o público de uma forma tão grande que todos tinham apenas alguns jogos, pois eram caros e realmente não haviam tantos títulos como hoje. Mas os jogos eram épicos. Me lembro dois jogos em especial, X-men e um jogo do Mickey com o Pato Donald, World of Illusion, ambos para Megadrive, eu jogava milhões de vezes. Eu e meu amigo, quando ele ia dormir em casa passávamos madrugadas jogando o mesmo jogo.

E hoje, você faz o mesmo?

Acho que isso se deve muito pelo fato dos jogos serem muito grandes, pois antes a duração do jogo era de 2, 3, no máximo 4 horas. Hoje um game com menos de 7 horas é considerado pequeno e já pensamos se vale a pena pagar o alto preço. Mas antigamente esses games curtos nos divertia demais. 

Talvez o fato de os jogos possuírem histórias com 15, 20, ou 30 horas de campanha afaste muita gente de repetir a jogatina por diversas vezes. Não há uma fidelização de um título. Acabou o jogo, ótimo, agora cadê o próximo?

Chegamos à conclusão que atualmente os jogos não são aproveitados da mesma forma como antigamente. Os jogos são obras de arte, e são uma fonte de diversão maravilhosa, mas está virando uma espécie de fast-food, algo rápido que você joga e depois descarta. Tem muita conteúdo no jogo para ser apreciado e que é perdido pela voraz vontade de terminar e comprar o próximo título que você viu na internet ou na revista.

Os jogos de hoje são mais complexos, mais grandiosos, mais tudo, mas não marcam a vida de muitas pessoas. Os jogos do passado marcaram a vida de muita gente, contudo os da atual geração são poucos os títulos que conseguem fazer isso. São poucos os que nos despertam a vontade de jogá-lo por mais 6 vezes.

E você, concorda comigo?

Até mais, minhas marmotas.

Marmota chefe,

Paulinho Braga